terça-feira, 31 de agosto de 2010
Agenda Hélio Governador 15 – Patrus Vice
01 de Setembro de 2010 - Quarta-feira
Belo Horizonte
10h – Palestra na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais – FAEMG
Local: Auditório FAEMG
Endereço: Av. Carandaí, 1.115
Bairro Funcionários
__________________________________
Caeté
14h - Carreata
Concentração: Campo do Ferro Brasileiro
Caminhada
Concentração: Av. João Pinheiro
Referência Banco do Brasil
___________________________________
Sabará
16h – Carreata
Concentração: Campo do Siderúrgica
Em frente á antiga Belgo Mineira hoje Arcellor Mital
Fala para lideranças locais e regionais
Local: Praça da Igreja do Rosário – Igrejinha dos Escravos
Endereço: Praça Melo Viana
Caminhada
Concentração: Praça Melo Viana
_____________________________
Lagoa Santa
19h – Título de Cidadão Honorário
Local: Câmara Municipal de Lagos Santa
Endereço: Av. Engenheiro Vicente de Freitas, nº124
Bairro Lundcéia
Patrus recebe apoio da comunidade indígena de Minas Gerais.
Foi das mãos do cacique Mezaque, coordenador do Conselho dos Povos Indígenas de Minas Gerais, que o candidato a vice-governador, Patrus Ananias, recebeu uma série de propostas voltadas para a melhoria da situação dos índios no Estado. Entre as sugestões, está a criação de um centro cultural indígena, ideia já defendida por Patrus.
“Sofremos muito com gestões passadas, porque elas não davam voz aos índios. Existe uma assessoria, mas ela funciona como um escudo. Podemos falar por nós mesmos”, ressaltou o cacique ao entregar o documento.
Patrus Ananias lembrou a importância de escutar os problemas das minorias. “Quem sabe das questões indígenas são vocês. O que nós temos que fazer é ouvi-los”, disse Patrus.
Dez caciques representaram a comunidade indígena de Minas Gerais, hoje dividida em 54 aldeias. Todos os líderes reforçaram o apoio à candidatura de Hélio Costa para governador e também de Dilma para presidente.
Patrus Ananias lembrou a importância de escutar os problemas das minorias. “Quem sabe das questões indígenas são vocês. O que nós temos que fazer é ouvi-los”, disse Patrus.
Dez caciques representaram a comunidade indígena de Minas Gerais, hoje dividida em 54 aldeias. Todos os líderes reforçaram o apoio à candidatura de Hélio Costa para governador e também de Dilma para presidente.
Postado em 28/08/2010 por Equipe Hélio+Patrus
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Agenda Hélio Governador 15 – Patrus Vice
31 de Agosto de 2010 - Terça-feira
Uberlândia
09h – Receberá a Comenda Augusto César
Local: Câmara Municipal
Endereço: Avenida João Naves de Ávila, nº1617
Bairro Santa Mônica
10h – Ato Político de apoio à candidatura Hélio + Patrus
Comunidade Negra, Segurança e Defesa Social e Movimento Sindical
Local: CDL
Endereço: Av. Belo Horizonte
Bairro Martins
11h – Caminhada no Bairro Morumbi
Concentração: Av. Antônio Jorge Isaac
Em frente ao Supermercado Dial
_____________________
Araguari
13h – Carreata
Concentração: Av. Santos Dumont, 300
Caminhada no Centro Comercial
Concentração: Rua Rui Barbosa
Visita ao Mercado Municipal
Endereço: Av. Coronel Teodolino Pereira de Araújo
Encontro com lideranças locais e regionais
Local: Anfiteatro Professora Odette Machado Alamy
Endereço: Av. Nicolau Dourado
Antigo anfiteatro da UNITRI
____________________
Belo Horizonte
16h – Grava Programa Eleitoral
Desigualdade entre negros e brancos cai na educação.
Matrícula escolar e analfabetismo entre jovens melhoram mais para pretos e partos; diferença entre ganhos no trabalho tem leve recuo
As disparidades entre negros e brancos têm diminuído na educação, mas isso ainda não se refletiu em queda da desigualdade de renda na mesma proporção, indica o quarto Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), lançado pelo governo federal no fim de março, em Brasília.
Entre a população que trabalha, o rendimento de pretos ou pardos melhorou um pouco mais que o dos brancos, e a inequidade caiu. Na população como um todo a pobreza encolheu, mas a redução foi semelhante entre os dois grupos — a desigualdade, portanto, se manteve. Na avaliação do estudo, “os dados indicam a persistência de práticas de discriminação”.
A diminuição do abismo entre brancos e negros (pretos ou pardos) não é um Objetivo do Milênio específico — aliás, a ausência de um enfoque sobre as desigualdades em geral nos ODM é alvo de críticas de estudiosos. No entanto, representantes da ONU no Brasil têm destacado a importância de que as metas sejam atingidas para todos os grupos. "O gênero, a raça, a etnia e o local de nascimento de uma criança brasileira ainda determinam, em grande parte, suas oportunidades futuras. Essas desigualdades têm repercussões diretas também na saúde da mulher e na razão da mortalidade materna", afirma a coordenadora-residente interina do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Marie Pierre Poirier, na apresentação do relatório.
O estudo mostra que a tendência de universalização do ensino fundamental — uma política mais geral, não voltada a determinadas etnias especificamente — beneficiou negros e brancos. Em 1992, o percentual de pessoas de 7 a 14 anos que frequentavam o ensino fundamental era de 75,3% para pretos ou pardos e 87,5% para brancos. Já em 2008, as porcentagens eram praticamente iguais: 94,7% no primeiro caso e 95,4% no segundo.
Um dos efeitos disso foi a queda da desigualdade no analfabetismo. Na faixa etária de 15 a 24 anos, a taxa era de 95,6% para os brancos e 86,8% para os negros, em 1992. Já em 2008 os números eram parecidos: 98,7% para os brancos, 97,3% para pretos ou pardos.
No ensino médio a desigualdade ainda persiste, embora em nível menor. Em 1992, a proporção de brancos de 15 a 17 anos matriculados no antigo colegial (27,1%) era quase o triplo da dos negros (9,2%). Em 2008, a diferença havia caído para 44% (61% entre os brancos, 42,2% entre pretos ou pardos). Quanto se adiciona o componente gênero, porém, a questão se agrava. "As negras frequentam menos as escolas, apresentam menores médias de anos de estudo e maior defasagem escolar", afirma o estudo.
Rendimentos
Se o perfil educacional de negros e brancos ficou mais parecido, poderia se esperar que o mesmo acontecesse com o rendimento. Não é o que tem ocorrido. A distância entre trabalhadores brancos e os de cor preta ou parda diminuiu, mas ainda é grande. Em 2008, estes últimos recebiam somente 56,7% da remuneração dos primeiros, enquanto dez anos antes o percentual era de 48,4%. "Tal diferencial se deve, em grande medida, à menor escolaridade média da população preta e parda, que, no entanto, não é suficiente para explicar as diferenças de rendimentos", afirma o relatório.
O confronto dos dados de 1998 com os de 2008 mostra que, nos dez anos e para todas as faixas de escolaridade, os pretos ou pardos sempre estiveram em situação pior na população ocupada. Ao longo desse período, a desigualdade caiu entre quem tem até 4 anos de estudos ( no máximo o antigo primário, portanto) e quem tem de 9 a 11 anos de estudos (ensino médio completo ou incompleto). Mas não mudou entre trabalhadores com 5 a 8 anos de estudos (antigo ginásio completo ou incompleto) e aumentou entre os que têm superior completo e incompleto.
Quando se leva em conta não apenas os trabalhadores, mas toda a população, a desigualdade se mostra estável. O relatório aponta que, em 1990, 37,1% dos pretos ou pardos viviam abaixo da linha de extrema pobreza do Banco Mundial (US$ 1,25 ao dia, em dólar calculado pela paridade do poder de compra, que desconta as diferenças de custo de vida entre os países). Em 2008, a proporção havia caído para 6,6% — um recuo de 82% no período. Entre os brancos, a queda foi semelhante (83%): de 16,5%, em 1990, para 2,8%, no ano retrasado.
Os números mostram, portanto, que a proporção de pessoas muito pobres entre os negros é mais que o dobro que entre os brancos. Sob esse ponto de vista, a desigualdade racial abre um fosso de cinco anos entre os dois grupos: a extrema pobreza de pretos e partos de 2008 era a mesma que a de brancos de 2003. Como afirma o estudo, apesar dos avanços "o objetivo da igualdade racial requereria uma queda mais acelerada da pobreza extrema entre pretos ou pardos".
Fonte: PNDU
Negros e Negras presente na caminhada com Dilma e no comício.
Dia 10 de agosto, mais de 15 mil militantes reuniram-se em Belo Horizonte para uma grande atividade de campanha majoritária. Contamos com as presenças da nossa candidata a presidência Dilma, os candidatos ao governo Hélio Costa e Patrus, Pimentel senador e a presença do presidente Lula . A Secretaria Estadual de Combate ao Racismo do PT cumpre mais uma vez com sua responsabilidade na articulação política com as lideranças para estarem presentes neste encontro. Somente do Coletivo Estadual de Combate ao Racismo articulou mais de 10 ônibus de militantes e lideranças de todo seguimento do Movimento Negro da região metropolitana. Também pode ser visto nas fotos a presença marcante das nossas candidaturas negras a Deputado/a Estadual e Federal . Parabéns aos mineiros negros e negras petistas que tem construído a vitória de Dilma a Presidência, e do governo de Minas, com responsabilidade nas ações em busca do novo projeto político para Minas Gerais . Monica Aguiar Secretária Estadual de Combate ao Racismo PT Minas Gerais Café com a Dilma no Café Nice Mônica Aguiar - Secretária Estadual Combate ao Racismo PT MG Miltão - Presidente do PMDB Afro de Belo Horizonte Dia 10 no comício da Praça da Estação Paulão - Coordenador Estadual da UNEGRO Marco Antônio - Presidente da CUT MG Miguel Corrêa - Primeiro Vice Presidente do PT MG Maria Tereza Lara - Deputada Estadual PT Miltão, Paulo Jorge - Presidente (Raça) Direitos Humanos e Ambientais, Obelino - Vereador PT de Contagem Silvinho Rezende - Vereador PT de Belo Horizonte |
Assinar:
Postagens (Atom)
















